× Famosos Amador Esporte Sexo Modelos Variedades
notícias
CAMG
boytoy
vídeos
VARIEDADE
Multidão lota a Praia de Copacabana durante a Parada do Orgulho LGBTI

RIO — Copacabana foi tomada pelas cores do arco-íris neste domingo, dia da 23ª parada do Orgulho LGBTI.  Com o tema "Vote em ideias, não em pessoas", o evento procurou conscientizar sobre a importância das eleições. A organização estima que 1 milhão pessoas tenham comparecido à festa, na orla do Rio; a previsão era de que o público chegasse a 1,5 milhão, superando o número de 1,2 milhão de presentes em 2017. No entanto, não há ainda um número oficial estimado pela Polícia Militar.



— Este ano fizemos a parada antes das eleições, justamente para falar sobre isso. Ressaltar a importância do voto de acordo com causas que apoiam o respeito a todos e a diversidade. Estamos vivendo uma época de atraso intelectual, em pleno 2018 — destacou o presidente do Grupo Arco-Íris, Almir França.



Toni Reis, presidente da Aliança Nacional LGBTI, acrescentou que o evento busca resgatar a dignidade de uma comunidade de pessoas que procuram mostrar que têm uma história significante:



— Independentemente de quem ganhar essas eleições, precisamos ter diálogo com todos. Nós não queremos destruir famílias, queremos respeito.



Mais de dez trios elétricos embalam o público, comandado por nomes como as funkeiras Lexa, Luísa Sonza, MC Pocahontas e a cantora Simone Mazzer.



— Essa comunidade não é representada no dia a dia, e os artistas tem essa função. É uma luta por igualdade - destacou Simone.



MC Pocahontas contou que, antes de cantar, já frequentava as paradas gay:



— Sempre admirei muito a luta LGBTI, e eles estão presentes na minha vida e na minha carreira. Então, essa luta é minha, eu defendo o respeito e a igualdade para que eles possam amar livremente.



 



Vice-presidente do Grupo Diversidade Niterói (GDN), Eula Rochard, que usa um look de mais de R$ 5 mil, elogiou a presença de heterossexuais no evento: 



— Não é todo mundo que está aderindo a esse fascismo no Brasil. Gay também tem pai, avó. Se a família vier junto, melhor. É preciso dar apoio.



Num desfile, a frente dos carros de som, gays e trans também performam, com coreografia e estampando as cores do orgulho. Bem de perto, Wilma Helena Tavares Alves, de 61 anos, acompanha animada o movimento:



— É a primeira vez que eu venho à Parada Gay, estou achando ótima, pacífica e bem animada. Eles têm que correr atrás dos direitos deles, da igualdade! Eles são muito discriminados, o preconceito rola solto e é uma festa para mostrar que todos são iguais! — afirmou.



O clima foi de paz. Mas, em momentos isolados, a equipe do GLOBO flagrou casos de roubos e furtos. Durante a tarde, uma tensão tomou conta da festa por alguns minutos quando um homem teve o cordão de ouro arrancado do pescoço e, em seguida, um suspeito de ter cometido o crime foi detido pela Polícia Militar. Os dois foram à delegacia com os policiais.



Num momento isolado, um homem foi levado à delegacia, suspeito de ter arrancado o cordão do pescoço de um dos manifestantes Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo



Num momento isolado, um homem foi levado à delegacia, suspeito de ter arrancado o cordão do pescoço de um dos manifestantes Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo



 



 



fonte: Jornal O Globo



 

Atenção: As imagens abaixo contem nudez e são proibidas para menores de 18 anos, se você não for maior de idade não continue descendo essa página, obrigado.

 



Logo BoyToy

vídeos
Bromans versão Nudes 11
Bromans versão Nudes 4
Bromans versão Nudes 8
Bromans versão Nudes 12
Bromans versão Nudes 10
Bromans versão Nudes 1
Bromans versão Nudes 9
Bromans versão Nudes 2
Bromans versão Nudes 3
Bromans versão Nudes 5
Bromans versão Nudes 6
Bromans versão Nudes 0 resumo
Bromans versão Nudes 7
MAIS VÍDEOS


notícias relacionadas

Repórter gato da Globo faz declaração de amor para o marido: “Apaixonado”
Hugo Bonemer se pronuncia a favor da criminalização da LGBTfobia
Supremo Tribunal Federal julga criminalização da homofobia no Brasil nesta quarta
Movimento gay aposta em 9 a 2 pela criminalização da homofobia